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Seis erros que cometemos em casa e que trazem grandes prejuízos à nossa saúde  escrito em quarta 04 março 2009 13:14

Blog de pinkada :pinkada da kbç, Seis erros que cometemos em casa e que trazem grandes prejuízos à nossa saúde

Leonardo Vitorino: Especializado em Saúde Pública e em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Engenharia da Qualidade pela Universidade de São Paulo (USP), Roberto Figueiredo, autor de diversos livros que tratam sobre os perigos dos alimentos contaminados dá dicas sobre cuidados que devemos tomar no nosso dia-a-dia.

Confira:

1. Carne debaixo da torneira
Erro: A água fará com que as bactérias penetrem mais ainda, aumentando o risco de contaminação. Além disso, a carne tende a ficar esbranquiçada, perdendo os nutrientes. Debaixo da torneira, só peixes, para retirar as escamas e a barrigada.

2. Muito detergente na esponja
Erro: É comum encharcarmos a esponja com detergente líquido, o que é um erro. Como normalmente não é possível usar todo o detergente que ficou preso na esponja, o resto é sempre usado na próxima lavagem. Aí está o grande problema. Além do detergente, também fica acumulado resto de alimentos, que podem no futuro trazer problemas à saúde.
Para se ter uma idéia, apenas oito gotas de detergente já são suficientes, para um litro de água.

3. Tábua de carne de madeira
Erro: Boa parte das donas de casa utilizam tábua de carne de madeira. Grande erro! Na tábua de madeira as bactérias encontram o ambiente ideal para se proliferar. Procure sempre usar tábuas de plástico.

4. Recipientes na geladeira, só destampado
Erro: Naturalmente quando colocamos um alimento na geladeira, costumamos fazê-lo em um recipiente fechado. O problema está no fato de quê vai demorar mais tempo para resfriar o alimento, fazendo com que as bactérias tenham tempo suficiente para fazer a festa! O ideal é colocar tudo destampado e só depois de mais ou menos duas horas tampar.

5. Leite condensado guardado na lata, nunca!
Erro: Quase todo mundo guarda a lata de leite condensado na geladeira, depois de aberta. O ideal é guardar o restante em um recipiente de plástico ou vidro, e sempre servir com uma colher. Os dois furinhos feitos na lata só servem para fazer com que, em um deles, entrem diversas bactérias.

6. Formigas são pequenas, mas não devem ser ignoradas
Erro: Consumir doces que foram atacados por formigas. As formigas são consideradas até maiores agentes transmissores de bactérias que a barata, pois ela consome os restos mortais dos insetos, além de passear por todos os cantos sujos da casa. Doce com formiga deve ser jogado fora.


Galera, estou tendo problemas com o Blog e nem sei se esse post vai pro ar...
Assim que tudo se normalizar respondo aos comentários e visito seu blog ok? Tenham paciência... please!

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Pilar teve alta  escrito em sexta 27 fevereiro 2009 12:40

Blog de pinkada :pinkada da kbç, Pilar teve alta

!Foto de Pilar vestida de Madona para uma festa à fantasia)

Amigos,

Estou aqui para noticiar que a Pilar teve alta e já está em casa.
Ainda tem dificuldades em falar algumas palavras e também para andar pois sua perna direita ainda está debilitada.

Agora está fazendo fisioterapia e fono para reverter totalmente o quadro.
E eu, claro, não tenho dúvida da sua recuperação. Obrigada Senhor por atender nossas orações.

Hoje vou até sua casa para visita-la e já estou carregada de presentes, cartas, lembrancinhas, beijos, abraços, carinhos que todos mandaram.

Obrigada a todos que oraram juntamente comigo em favor da Pilar. Nossas orações foram eficazes.

Bom final de semana pra vocês...
...o meu já está sendo ótimo por essa grande notícia!

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Voltando de um feriado e tanto...  escrito em quinta 26 fevereiro 2009 07:38

Blog de pinkada :pinkada da kbç, Voltando de um feriado e tanto...
Amigos,

Como prometido aqui vai:
A IDA:
Sai do trabalho para a Rodoviária Novo Rio na sexta-feira para encontrar com meu marido. A rodoviária estava um verdadeiro inferno mas, tudo bem... feriado... normal ter o "crowd"
O horário do nosso ônibus era 16:15.
(Só pra lembrar, não consegui passagem em poltronas juntas. Ou seja: teríamos de contar com a boa vontade de alguém trocar de lugar pra ficar juntinho...)
Às 15:55, passamos para o lado do embarque que, por sinal, estava lotado. Tranquilo...
Ficamos sabendo que o ônibus de 15:30 ainda nem havia chegado! Resolvemos sentar em cima das malas, pranchas, etc porque a espera seria longa.
Finalmente, às 17h. nosso ônibus chegou.
Imagina a confusão né... não entendo porque a galera sai correndo pra pegar um ônubus onde os assentos são marcados!!! Esperamos os apressados se adiantarem e fomos embarcar.
Chegando dentro do ônibus, tinha um casal sentado (inclusive) na poltrona que meu marido ou eu poderiamos sentar (ou seja: nada de trocar de lugar) mas eles estavam no ônibus errado.
O casal "pensou" que aquele era o de 17:15h! Caramba... com aquele engarrafamento todo, eles acharam que o ônibus deles chegou 15 minutos antes!!!
Bom, eles sairam e nós sentamos juntinhos... bom isso!
Viagem tranquila, chegamos em Conceição de Jacareí (um vilarejo de Mangaratiba) muito bem, meu pai nos esperava na parada. Fomos para casa de papai pra descansar e começar a maratona no dia seguinte.

A ESTADA:
Nossa estada em Conceição de Jacareí foi muito boa. Meu pai simplesmente não nos deixava gastar dinheiro com nada. Queriamos ajudar de alguma forma e meu pai ainda me dava bronca. Resolvi ficar na minha e aceitar... afinal, quando fossemos pra Ilha Grande a gente ia gastar mesmo.
Passamos o primeiro dia por lá mesmo, fazendo companhia pro "velho" e conhecendo a cidade, suas cachoeiras e praias. Entramos em contato com alguns locais para saber a melhor forma (e mais barata também) de ir para Ilha Grande.
No dia seguinte, depois de todas as dicas dos locais, partimos para Ilha Grande no saveiro Andréa pagando a bagatela de R$15,00 por pessoa! O primeiro barqueiro que tinhamos contactado nos cobrou R$200,00!!
Chegando na IIlha Grande, pegamos um outro barco - Athos - para Pouso (próximo a Palmas) também pela bagatela de R$20,00 ida e volta por pessoa e fizemos uma trilha até chegar em Lopes Mendes.
Mas não era uma trilha qualquer… muitos ficaram pelo caminho… muitos paravam a toda hora…
Os barqueiros nos avisaram que a trilha era feita em 40 minutos! Imagina só... 40 minutos... batemos o record então...rs... fizemos em 20 minutos! Isso no pic, com pranchas, mochila com filmadora, câmera fotográfica, câmera à prova d’água, equipamentos para mergulho (sem cilindros... não exageramos), bolsa térmica com muita água, sucos e sanduíches (a própria farofa!!!) e muita disposição...rs...
A triçha, amigos, sem exagero algum é “punk”. Só de ladeira tem 15 minutos... o resto você curte descendo...rs...
Mas quando descemos em Lopes Mendes e nos deparamos com aquele cenário de Lagoa Azul foi incrível. O mar estava pequeno. Meio metro no máximo mas perfeito... Das pedras abria uma direita não muito extensa mas de parede lisa e transparente.
Tivemos um encontro com uma tartaruga que parecia exausta... perto das pedras o mar parecia convidar ao mergulho só pra mostrar a diversidade que escondia.
Um verdadeiro espetáculo.
Voltamos no fim do dia pra embarcar no Athos novamente e voltar com o Saveiro Andréa para Conceição.
Pegamos a mesma trilha na volta e conseguimos o mesmo tempo da ida: 20 minutos.
Nos outros dias, resolvemos ficar por Conceição pra não deixar meu pai sozinho.
Passeamos pelas cachoeiras e “bocas de rios” pra ver se rolava um surf... coisa de marido fanático...rs...
De noite a gente dava um “role” pela cidade e vi que a galera gosta mesmo é de funk né.... ô ritimozinho esse... chegamos a filmar uma galerinha fazendo uns passinhos estranhos mas engraçados...rs... A única conclusão que cheguei ouvindo esses funks de hoje é que antigamente a mulher só descia, subia e dava uma rodada porque estava descontrolada mas hoje o buraco é mais embaixo... e bota baixo nisso! É tanto palavrão que de princesa, passou a cachorra e agora é não sei nem mais o que. E todo mundo parece se divertir com isso. Vai entender!
Enfim, voltaríamos na quarta-feira mesmo porque hoje eu trabalho.

A VOLTA:
Com malas, pranchas e passagem (comprada adiantada na Rodoviária Novo Rio) em mãos fomos para a estrada onde o ônibus passaria.
Meu pai com medo de o ônibus não parar e eu com medo de que o motorista não querer abrir o bagageiro para colocar aquilo tudo. Meu marido? Tranquilão... ele tinha surfado...rs...
Veio o ônibus e o motorista, assim que abriu a porta: - Vocês já tem passagem né? Porque o ônibus já está lotado!
Dei boa tarde pra ele também e perguntei se poderia abrir o bagageiro.
- Não dá não... ninguém te disse isso não?! (essa foi a resposta).
- Tudo bem, então espera um pouco que vamos acomodar as bagagens no corredor.
Subimos e então falei pro meu marido: - Poltronas 27 e 28 amor.
O que aconteceu??? Tinha uma mulher sentada na 27.
Paramos com toda aquela bagagem no meio do corredor e começou o dilema:
- Poltronas 27 e 28 amor, repeti.
- Eu sei, são essas. Mas tem gente.
- É essa aqui??? Perguntou a mulher que estava sentada
- Sim, respondeu meu marido.
A mulher pegou sua passagem e disse – Aqui não tem dizendo o lugar.
- Mas a nossa tem lugar marcado, 27 e 28. eu disse.
- E eu vou onde? Perguntou a mulher
- Não sei querida (quando uso esse querida já estou irritada), tem lugar vago em outras poltronas. Aqui, por exemplo (apontando pro lado, poltrona do corredor) está vaga.
- Mas eu vou no corredor? Eu quero ir na janela!
Gente... ali eu pude comprovar que definitivamente consegui ter domínio próprio porque a minha vontade foi de voar em cima dela e falar: rapa fora daí logo!...rs...
- Amor, segura a mochila por favor.
Dei a mochila pro meu marido, fui até o motorista e relatei o caso. O motorista parou no acostamento e foi até a cena do crime.
- Por favor né... eu te embarquei sem problemas, deixei você viajar aqui mas disse que era pra ir pro final do ônibus e agora está causando problemas... levanta logo e vai lá pra trás.
Conclusão: o motorista embarcou uma pessoa sem pagar passagem (estava dando carona) e a garota ainda tava botando banca de certa pra cima da gente.
Ficou feio pra ela que teve de levantar e ir pro fundo do ônibus e todo mundo rindo e dizendo bem feito.
Meu marido ainda me disse:
- Quando você foi falar com o motorista eu ainda tentei argumentar com ela dizendo que a gente tinha comprado a passagem antecipadamente para evitar esse tipo de transtorno, que a passagem dela não tinha lugar marcado, etc. mas ela só respondeu que não levantaria e que se você tivesse pedido com educação...
Mas agora vejam vocês. Não fui grossa com a garota, não voei pra cima dela e ela ainda vem com essa de pedir com educação... como diria meu marido: “ora mas rapaz”...rs...
Seguimos viagem tranquilamente em nossas poltronas enquanto a “educada” seguiu no corredor no final do ônibus porque todas as poltronas das janelas estavam ocupadas.
E na hora de descer, ela ainda passou, olhou pra mim e virou a cara.
Eu mereço!

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Feriadão chegando...  escrito em quinta 19 fevereiro 2009 21:20

Blog de pinkada :pinkada da kbç, Feriadão chegando...

Quero estar ligada
numa conexão rápida
a milhões de bytes por segundo
Eu, você, o mundo,
via web ou estrada de terra,
num esforço sem fronteiras.
E que parta como um grito:
das origens mais profundas
em direção à tribo distante,
localizada no extremo sul
daquilo que eu acredito.

Galera,

Sinto dizer que vou me ausentar por mais uns dias mas não por problemas de saúde (ainda bem).
É que, como não "pulo" carnaval, vou viajar com o maridão pra Ilha Grande.
partimos hoje, já que saio 14h do meu bentido e amado trabalho.
Depois conto como foi!

Bjuxxx e bom feriadão a todos!

(Texto extraído da embalagem do Shampoo Sempre Bela, sem autoria)

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Você é Hands On? (Max Gehringer)  escrito em quinta 19 fevereiro 2009 10:03

Blog de pinkada :pinkada da kbç, Você é Hands On? (Max Gehringer)

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais.

E a empresa exigia que os interessados possuíssem - sem contar a formação superior, liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON.

Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego.

A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido. E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico....

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno...

E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.

Seu Borges: -- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: -- In a hurry!
Seu Borges: -- Saúde.
Fabiana: -- Não, Seu Borges, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
Seu Borges: -- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: -- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: -- Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: -- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: -- Fabiana, desse jeito não vai dar!
Fabiana: -- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: -- Como assim?
Fabiana: -- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: -- Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: -- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...
Seu Borges: -- Futuro? Que futuro?
Fabiana: -- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: -- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana: -- Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: -- Hã?
Fabiana: -- Hands on....Mão na massa.
Seu Borges: -- Claro que sou!
Fabiana: -- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.
2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.

Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.

Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas! Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação... só que não sabia nem abrir o capô.

Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta.

Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar.

Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.- Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz: O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.

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